Hoje fui à exposição de Henri Cartier-Bresson aqui em São Paulo. Aproveitei o horário de almoço e caminhei com o Gustavo até o lugar.
Além da qualidade das imagens, outra coisa me fez parar pra pensar sobre o talento do fotógrafo: a sensibilidade para enxergar a beleza no cotidiano. As cenas comuns, a vida rotineira nas cidades e no campo, as pessoas em seu dia-a-dia sem se desligar do que fazem. O incrível, na fotografia e nas cenas, é o “olhar ausente” (como diria o Sérgio) do artista que encontra o encanto nas coisas pequenas.
Vale para fotos, para a escrita e para pensar nas coisas que nos afetam.
Vale também uma visita à exposição ou ao site do fotógrafo.

